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Número de planos de saúde individuais está cada vez menor

Com reajustes controlados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a quantidade de planos de saúde individuais disponíveis no mercado diminui ano a ano. Hoje, eles são menos de 20% do total de convênios. A ANS e as entidades representantes das operadoras, no entanto, garantem que ainda há muitas opções no mercado e que quem procurar um modelo individual de saúde privada vai encontrar.
A equipe de reportagem foi atrás de várias empresas que fazem a intermediação da venda de planos e percebeu que, no momento da aquisição, não é dada muita escolha ao consumidor. Na maior parte das vezes, os vendedores direcionam a compra para os convênios coletivos e, questionados, chegam a afirmar que não existem mais planos individuais à venda no país.
Um dos vendedores disse à reportagem que não há mais operadoras que comercializam esse tipo de serviço. “Não existe mais plano individual”, comenta. Um outro garantiu que “no Brasil todo, você não vai encontrar mais esse tipo de convênio”. Depois de alguma insistência, eles cedem e apresentam o outro modelo, mas sempre com argumentos contrários à aquisição. “Não compensa, é muito mais caro”, afirmou uma vendedora.
De fato, os preços fixados pelas operadoras desanimam qualquer um. Em um orçamento para uma pessoa com 50 anos, por exemplo, o plano individual mais simples sairia R$ 1.664 mensais. Em outra empresa, R$ 1,5 mil. O coletivo, em diferentes operadoras, varia entre R$ 406, um modelo regional, e R$ 560, nacional, para a mesma idade, todos considerando o plano mais simples, com apenas enfermaria.